domingo, 25 de julho de 2010

As Quatro Marias - Parte II

 DECÊNCIA E CASTIDADE A GENTE APRENDE NA IGREJA

As quatro se conheceram na igreja. Maria Adelaide ia para farejar 'gatinhos'.
A Das Dores ia porque o pai á obrigada. Porém, era uma obrigação que ela cumpria conformada e feliz, já que lá ela encontrava dúzias de namorados.
Maria Eulália ia por dois motivos: O primeiro: Ir á igreja aumentava um ponto na sua formosa imagem social. Segundo: ela também tinha um namorado na igreja. Se trancava com ele no banheiro, e o que acontecia lá, vocês já sabem. Eulália, diferente de Das Dores, sustentava um namoro de três anos. E escondido.
Já  Maria Otávia, ia porque tinha uma obsseção pelo padre. Uma tara, uma atração, um desejo, ou sei lá o quê. Porém, depois de ter levado uma vida ativa, sexualmente falando, preferia ficar sozinha e conter seus desejos (Mesmo com sua imaginação rolando solta. E literalmente rolava. Rolava com o padre pra lá e pra cá. Imaginava cenas de sexo dentro de um confessionário. Em cima do banco. Dentro do banheiro. No corredor. No teto. No chão. Pra cima, pra baixo, de um lado e pro outro. Por cima, por baixo. Subindo e decendo).
Otávia queria ser jornalista consagrada. Então aí, rica  e bem sucedida, aperfeiçoaria seu corpo mulherão e escravizaria homens em seu quarto. Os puniria, sem um motivo sequer, com noites imendadas á dias de sexo. 

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