Meu coração era uma aspirina e ele era àgua. Quanta àgua! Me diludiu, me dissolveu. E então se dissipou, feito algodão em boca de criança.
Mas a verdade é que, você sempre vai querer saber de mim, e eu sempre vou te manter vivo dentro de mim. E no fundo, no fundo, você sempre vai querer saber se eu continuo sendo sua. Não por gostar de mim ou por se importar comigo. Não, isso não. Não mesmo. Mas por querer saber se eu ainda sigo seus passos.
A resposta nem eu sei.
Nenhum comentário:
Postar um comentário